Remoção de
Transformadores

Içamento, embalagem e transporte de transformadores usados — da subestação ao destino final com AET inclusa e cobertura técnica completa. Até 350t.

Road Survey

A diferença entre remover
e apenas transportar

A remoção de transformadores é operacionalmente mais complexa do que o transporte de um equipamento novo. O transformador está instalado — frequentemente em posição elevada, em pátio de subestação com acesso restrito, com conexões elétricas a desligar, óleo isolante a drenar e estrutura de fixação a remover antes do içamento.

A Almeida J combina içamento com guindauto certificado, embalagem técnica para equipamentos usados (proteção das buchas, tamponamento de conexões, embalagem anticorrosão) e transporte em prancha rebaixada com AET inclusa — cobrindo toda a operação do ponto de origem ao destino final.

Atendemos distribuidoras de energia, indústrias com subestação própria e empresas de demolição e retrofit industrial que precisam remover e transportar transformadores para reforma, sucata ou reinstalação em outro local.

até 350t
Peso máximo operado
4–12h
Duração do içamento no local
AET inclusa
DNIT + DER Estadual + DENATRAN
24h
Plantão técnico durante operação

Parâmetros da operação de remoção

Peso operado

até 350t

Transformadores de distribuição (5–60t) e força (60–350t)

Içamento

Guindauto / Munck

Certificação NR-11 e laudo de capacidade por equipamento

Transporte

Prancha rebaixada

3 eixos (até 60t) · 4 eixos (até 100t) · H.E.T. modular (>100t)

AET

Sempre inclusa

DNIT + DER Estadual + DENATRAN conforme classificação H.E.T.

Embalagem

Técnica especial

Proteção de buchas, tamponamento, embalagem anticorrosão para equipamento usado

Óleo isolante

Drenagem prévia

Avaliada caso a caso — não inclui destinação ou descarte do óleo

Frota aplicada na remoção

Guindauto / Munck

Capacidade

Até 30 toneladas

Especificações

Lança telescópica 10m–26m · Certificação NR-11

Aplicação típica

Içamento de transformadores de distribuição em subestações com acesso restrito

Guindaste Hidráulico

Capacidade

30t a 150 toneladas

Especificações

Lança telescópica 36m–60m · Contraterrecuado

Aplicação típica

Içamento de transformadores de força em posições elevadas ou com obstáculos laterais

Prancha Modular H.E.T.

Capacidade

100t a 350+ toneladas

Especificações

Configuração variável por eixo · Multi-eixo autopropulsado

Aplicação típica

Transporte de transformadores de força de grande porte após içamento e embalagem

Como funciona a remoção

01

Vistoria do Local de Origem

Levantamento das condições do local: acesso, tipo de subestação, posição do transformador, obstáculos para içamento e estrutura de fixação existente.

02

Road Survey e AET

Inspeção da rota até o destino e solicitação da AET ao DNIT e DER estadual com base nas dimensões e peso do equipamento (com ou sem óleo).

03

Drenagem e Preparação

Coordenação com o cliente para drenagem do óleo isolante (quando aplicável), desconexão das buchas, tamponamento das conexões e preparação para içamento.

04

Içamento e Embalagem

Içamento com guindauto ou guindaste certificado, posicionamento na prancha, embalagem técnica de proteção (buchas, ventiladores, conexões) e amarração conforme plano de carga.

05

Transporte com Escolta

Translado com batedores/escolta conforme legislação, rastreamento GPS em tempo real e comunicação constante com o responsável do cliente durante todo o percurso.

06

Entrega e Documentação

Entrega no destino definido (pátio de sucata, oficina de reforma, nova instalação), documentação fiscal (CT-e, MDF-e) e encerramento formal da operação.

Operação real de remoção

Vídeo em produção

Operação de remoção de transformador em subestação industrial

Documentação envolvida

AET

Autorização Especial de Trânsito

DNIT / DER Estadual / DENATRAN

Obrigatória para cargas que excedem limites dimensionais ou de peso. Emitida com base no road survey da rota.

NR-11

Laudo de Içamento

Engenheiro habilitado CREA

Laudo técnico de içamento conforme NR-11 com capacidade do equipamento, plano de rigging e ART do responsável.

CT-e

Conhecimento de Transporte Eletrônico

SEFAZ

Documento fiscal do transporte — obrigatório para circulação do equipamento nas rodovias nacionais.

RCTR-C

Seguro de Responsabilidade Civil

Seguradora parceira

Cobertura de avaria ao transformador durante o içamento e o transporte até o destino final.

Setores que demandam remoção de transformadores

Distribuidoras de Energia (CELESC, CEMIG, CPFL, EDP...) Transmissoras de Energia Elétrica Indústrias com Subestação Própria Empresas de Demolição Industrial Empresas de Retrofit e Revitalização Elétrica Mineração Papel e Celulose Petroquímica e Petróleo e Gás Indústria Alimentícia Construção Civil e Infraestrutura

Dúvidas sobre remoção de transformadores

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O óleo isolante precisa ser drenado antes da remoção?
Em geral sim. O óleo isolante (óleo mineral ou éster vegetal) é um líquido que se movimenta durante o transporte — transformadores de grande porte transportam com o óleo parcialmente drenado para reduzir peso e risco de vazamento. A drenagem completa é necessária quando o transformador será içado em posição inclinada ou quando o peso total com óleo excede a capacidade do conjunto veicular. A Almeida J avalia caso a caso e coordena com o cliente o procedimento correto. A destinação do óleo (descarte, armazenagem, retorno) é responsabilidade do proprietário do equipamento.
A AET para remoção é diferente da AET para transporte novo?
O processo de emissão de AET é o mesmo — solicitação ao DNIT e DER estadual com base no estudo de rota (road survey). A diferença está nas condições do equipamento: transformadores usados frequentemente têm dimensões exatas conhecidas e documentadas, o que agiliza o processo. Em casos de remoção de urgência (equipamento avariado), existe procedimento simplificado junto ao DNIT para autorização em menor prazo mediante justificativa técnica.
Quanto tempo leva a operação de remoção?
A remoção em si (içamento no local de origem até carga no veículo) leva tipicamente de 4 a 12 horas, dependendo do peso, acesso e complexidade do içamento. O prazo total da operação inclui o levantamento prévio do local, mobilização de equipamentos, documentação (AET, CT-e) e o transporte até o destino. Para operações planejadas, o prazo total do projeto é de 7 a 21 dias da contratação ao encerramento.
A Almeida J faz a destinação do óleo isolante?
Não. A destinação, descarte ou reutilização do óleo isolante é um serviço especializado de gestão de resíduos industriais que está fora do escopo da Almeida J. Nossa atuação cobre o içamento, embalagem, transporte e entrega do equipamento. Para a gestão do óleo, recomendamos contratar empresa licenciada pela CETESB/FEPAM/FATMA conforme o estado da operação.
Qual o peso máximo para remoção de transformador?
A Almeida J opera remoções de transformadores de até 350 toneladas (peso total com fluido drenado). Para equipamentos acima de 150t, a operação exige prancha modular H.E.T. com configuração de múltiplos eixos e o planejamento de içamento é feito com estudo de rigging completo. O limite operacional é definido caso a caso com base nas condições de acesso ao local de origem.

Operações de remoção realizadas

Distribuição / PR

Remoção de Transformador 45t — Subestação PR

Remoção de transformador de distribuição 45t de subestação interna com acesso restrito, transporte e armazenamento temporário durante reforma elétrica.

Indústria / SC

Transformador 120t Avariado — Indústria SC

Remoção emergencial de transformador de força 120t após avaria operacional, com içamento em posição comprometida e transporte para oficina de reforma.

Demolição / RJ

Remoção 3 Transformadores — Demolição RJ

Projeto de demolição industrial com remoção, embalagem e transporte de três transformadores de distribuição para destinação em empresa de reforma.

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